Mauricio Leandro, Estudante
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Mauricio Leandro

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Mauricio Leandro, Estudante
Mauricio Leandro
Comentário · há 4 anos
O Estatuto do Desarmamento só desarmou o cidadão de bem, sendo uma das leis mais ineficaz que existe atualmente.

Não podemos pegar um fato isolado para defender o desarmamento da população como se vivêssemos numa utopia que o País é um lugar seguro.

Falando de estatísticas, no Rio de Janeiro até outubro de 2017 foram apreendidos 314 fuzis segundo a Secretária de Segurança, digo "FUZIL", arma usada em guerra.

Observe os números do Brasil de quantas pessoas são mortas por ano em latrocínios, sem ter nenhum instrumento para sua defesa, abatidos como gado, e a cada ano o número só aumenta.

Portanto, eu desarmado só tenho uma opção, morrer; eu armado posso morrer, porém tenho a opção de me defender do ataque do meliante, simples assim.

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Texano  , Bacharel em Direito
Texano
Comentário · há 4 anos
O artigo já começa errado no próprio título, induzindo o leitor a uma conclusão equivocada e utilizando para isso fatos sem correlação direta. O título diz que para cada criminoso morto em legítima defesa de alguém, 34 inocentes são mortos com armas de fogo, porém, capciosamente, não fala que essas mortes são de SUICÍDIOS, e não homicídios. Por quê?

"Percebemos que o acesso à instrumentos de tamanha periculosidade não seria aconselhável à uma população que não se autoconhece."

Outro artigo redigido por um possuidor de dons de adivinhação, eu suponho. E mais um artigo visando justificar a tolhida do mais sagrado dos direitos do ser humano, o de autopreservação, o direito que garante todos os demais.

"Os dados do Centers for Disease Control and Prevention (Centro de Controle e Prevenção de Doenças) mostram que em 2012 houve 20.666 suicídios por arma. Isso significa que para cada assassinato por autodefesa houveram 78 suicídios. "

E o que isso tem a ver com as armas, mais especificamente? O suicídio acontece única e exclusivamente por vontade da pessoa, e não da arma. Se não tivesse a arma, o suicídio ocorreria de outro modo, overdose, enforcamento, ou o que a pessoa que deseja tirar a própria vida tenha disponível no momento. Utilizar suicídios como argumento contra as armas é pueril, e até limitado, para dizer a verdade. Os USA não está nem no top 10 dos países com maior número de suicídios.

Apenas para efeito de comparação e demonstração de como esse argumento é tosco, deixo a lista dos países no ranking de suicídios e também suas posições no ranking de armas a cada 100 mil habitantes:

1 - Guiana: 14ª posição com 14,6 armas;
2 - Coreia do Sul: 148ª posição com 1,1 armas;
3 - Sri Lanka: 132ª posição com 1,5 armas;
4 - Lituânia: 157ª posição com 0,7 armas;
4 - Suriname: 46ª posição com 13,4 armas;
5 - Moçambique: 96ª posição 5,1 armas;
6 - Tanzânia: 137ª posição com 1,4 armas;
7 - Nepal: 156ª posição com 0,8 armas;
8 - Cazaquistão: 140ª posição com 1,3 armas;
9 - Burundi: 142ª posição com 1,2 armas;
10 - Índia: 107ª posição com 4,2 armas;
11 - Sudão: 91ª posição com 5,5 armas;
12 - Turcomenistão: 111ª posição com 3,8 armas;
13 - Rússia: 66ª posição com 8,9 armas;
14 - Uganda: 138ª posição com 1,4 armas;
15 - Hungria: 90ª posição com 5,5 armas;
16 - Japão: 162ª posição com 0,6 armas;
17 - Belarus: 76ª posição com 7,3 armas;
18 - Zimbábue: 104ª posição com 4,6 armas;
19 - Butão: 114ª posição com 3,5 armas

FONTE: http://apps.who.int/gho/data/node.main.MHSUICIDE?lang=en (Organização Mundial da Saúde, OMS).

Agora diga para nós qual país da lista possui alto número de armas nas mãos civis e por qual fator a quase inexistência de armas nesses países não consegue frear o elevado número de suicídios, pode ser? Será que é por que a pessoa quer tirar a própria vida, independente do objeto que irá utilizar?

É espantoso, mesmo no ambiente do direito, que por presunção deveria pugnar pela salvaguarda dos direitos - e não o contrário, como se vê atualmente nas academias - o número de pessoas que prefere abrir mão de um direito dessa magnitude e tenta justificar a limitação não só do seu direito, mas também de terceiros, e pior, em nome de uma ideia inalcançável do ponto de vista fático e que só existe ou existiu nos livros de ficção. Ou alguém virá me dizer que a história está do lado das nações que foram desarmadas por seus governos?

E o pior de tudo, espanta mais ainda o flagrante oportunismo barato em utilizar atentados isolados, tanto nos USA quanto aqui, para tentar transparecer a ideia de que a arma transforma o indivíduo num assassino. Se depender desse tipo de argumento, ora, ninguém mais terá arma nenhuma no mundo inteiro. Policiais tem família, basta um filho ser vítima de bullying e pronto, tiroteios em massa em escolas aconteceriam diariamente... É o que vemos?

No mais, washington post é a carta capital americana, sempre foi e sempre será contra as armas. Dizer que não podemos nos defender porque um indivíduo desse jornal disse que isso é bom, é o cúmulo. Quem não quer ter uma arma para defesa, ok, mas não tente impor isso àqueles que não querem morrer como ovelhas caladas a caminho do abatedouro.

Parem de desumanizar condutas e jogá-las para os objetos inanimados. Esse discurso oportunista e autoritário não convence mais quase ninguém. Lidem com isso.

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